segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

António é o Nome de Rómulo

- nos 20 anos do falecimento, «dossiê» do OBS sobre o Homem e a Obra, com várias referências documentais e , ou, biográficas, fotos... AQUI

domingo, 19 de fevereiro de 2017

Camões - Autopsicografia





«Camões (segundo José Malhoa)», 2014,
de José Almeida Pereira - http://josealmeidapereira.blogspot.pt/
[Galeria Graça Brandão]

- avistada no Público de hoje, no dossiê relativo às Galerias que «vão» ao ARCO... 


sábado, 18 de fevereiro de 2017

Eugénio («Aproximações a»)

- do livro de 2000, o «Estúdio Raposa» (Luís Gaspar) «arquiva» poemas e ilustrações:

AQUI

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

Camões Hipersexual

- recortes da entrevista de Mário Cláudio a João Céu e Silva, no D de N, no dia 13, a propósito do seu novo Romance Naufrágios de Camões 
- na íntegra, AQUI (por enquanto...)

[...]
Camões era um marginal e perde o ímpeto no final. Não há dúvida sobre isso. É um grande intelectual, um sábio e um poeta de génio, mas transgrediu muitas normas de direito penal da época, assassinou um homem em Lisboa e por isso foi condenado ao degredo.
Do género má rês...
Exatamente, má rês, sobretudo no aspeto da insubmissão e, claramente, revoltado contra o establishment. E havia o lado do amoroso que não coincide com o platónico dos seus sonetos, que obedecem à estética da época, em que as mulheres eram postas num plano de intocabilidade e de de pureza.
Respeito que não praticava?
Sim, era um homem de instintos muito fortes e com uma pujança sexual muito grande, daí frequentar os bordéis de Lisboa e o relatar. Estamos perante uma figura muito controversa, que tem muito menos de herói da pátria do que de herói da literatura e que é um valdevinos, como era reconhecido então.
[...]
Com amores transgressionais e clandestinos, até inter-rácicos e com escravas, o que já na altura era malvisto. E escreveu sobre isso, o que mostra uma certa coragem. Provavelmente era um hipersexual, o que se manifesta na escrita muito escaldante quando se trata de questões de amor [...]
 [...] A maneira como foi tratado em morte denota que não era uma flor que se cheirasse e por isso foi despachado para a vala comum.
[...]

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

A baleia e a tangerina







[em destaque no corredor principal, que vai da Praça Central ao «Bunker GTT» - a fotografia é de «inexperiente»...; quanto a D. de A., referido AQUI]

[ao lado do texto, traduzido, de Fazil Husnu Daglarca]

[dia 9: I. A., filha,  inf. que o Ex. pertence a L. que trabalhou com o pai...]