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«Bartoon» de hoje, no «Público» |
- de manhã, na ESPL. do D., atinge-se a p. 50 do livro de Herzog, iniciado ontem na FNC-COL; a representação da Categoria do Tempo é um dos Motivos mais conseguidos; por isso se parou no excerto que se transcreve, recortando-o, para cumprir a extensão média do que se reproduz nestas Casas:
A partir de agora, há qualquer coisa que começa de forma quase acidental, como se um novo companheiro, permanente, tivesse chegado imperceptivelmente, um irmão natural do sonho [...]: um tempo amorfo de sonambulismo, embora tudo seja real, imediato, palpável, assustador e irrefutável no seu presente - a selva, o pântano, as sanguessugas, os mosquitos, a vozearia dos pássaros, a sede, a comichão na pele [...]. Um pássaro nocturno grita e passa-se um ano inteiro. Uma gota de água sobre a folha encerada de uma bananeira capta um raio de sol por um instante e passa outro ano. Um carreiro de milhões e milhões de formigas aparece da noite para o dia, vindo do nada, e segue por entre as árvores [...]; o desfile segue a sua marcha, imperturbável, durante muitos dias e desaparece tão abrupta e misteriosamente como surgiu, e mais um ano passa. [...]
Werner Herzog, O crepúsculo do mundo, Zigurate, 2023, pp. 50 - 51
Recortes da Leitura referida no «Alpa»:
- [...] E então, juntas, percorríamos de novo todo o caminho que tínhamos desenhado em ziguezague [...] porque a Isadora dizia que, se andássemos de um lado para o outro nos cansaríamos menos, e começávamos a falar sobre uma vez em que fizemos chichi pelas pernas abaixo para saber o que se sentia, e fizemos chichi dentro de uma plantação de batatas de um vizinho da minha avó, [...] e rastejámos pelas terras mijadas e sem nos apercebermos eu e a Isora já estávamos perto da casa dos homossécsuais e já faltava pouco para chegar à venda e então a Isora perguntou-me se eu me lembrava da vez em que na escola deitámos um sumo de maçã na cabeça de uma menina de quem não gostávamos e nos apanharam. [...] Perguntei à Isora se se lembrava da vez em que na escola estávamos a brincar aos cães e ela tinha um cão que era Josito, o menino do Redondo, que era o Josito de gatas com uma corda atada ao pescoço e ele levantava a pata e fingia que mijava nas paredes da escola, nas paredes pintadas com desenhos das ilhas Canárias e com pessoas pequeninas vestidas com fatos de feiticeiro e de feiticeira e cachos de bananas e carroças com bois de romaria e batatas e morteiros de quando celebramos o Dia das Canárias [...]
Andrea Abreu, Pança de burro, Bertrand, 2023, pp. 43-44
- bastante amarelado, o exemplar, de 79, que veio das Galveias, mas em bom estado, certamente pouco lido, e, ou, manuseado...; na ESP. do R., atingida, de manhã, a p. 30
RECORTE:
[...] «Gostava dos livros, das artes, das ideias, pertencia à raça dos inúteis. Meu pai o pensava em voz alta com minha mãe, franzindo a boca, balançando as cabeças. Dos inúteis. Mas logo de pequeno - ele mo lembrava às vezes com comiseração. Metia-me num quarto, chamavam-lhe o quarto escuro [...] Livros de aventuras, folhetins dos jornais, ó suave encantamento da translúcida verdade - deixem-me comover. Era da raça dos inúteis, detestava o mundo excessivo, pesado de materiaçidade, espesso de cegueira, o eso, a espessura, sufocando a beleza que nele cintila. [...]
Vergílio Ferreira, Signo Sinal, Bertrand, 1979, p. 26
- será agora que também R. se «atirará»a Ulisses»?, [finalmente e «já perto do FIM?»]; só no 73.º programa - «Volta ao Mundo....»; A. L. C. se lhe «atirou»...;
RECORTE(s):
«O livro de hoje assusta mais do que qualquer outro nesta «Volta ao Mundo»; como muita gente, larguei-o várias vezes. Mas, chegando ao fim, o mais importante será dizer a quem não o leu: «atirem-se lá para dentro» [...] E não ter medo dele é começar na primeira página e ir em frente, como em qualquer romance. Sugiro que não pesquisem [...] deixem isso para uma releitura. [...]
- terminada a Era dos Quadrados, voltou a haver tempo para as Letras «não-Lusas» ...: alcançada a página 108 [de 239] .... desta obra-prima (de 1945), (1.ª obra de Carlo Levi), em recente reimpressão, vinda da BiblioPenha, e caracterizada, na ContraCapa como «[narrativa] na qual se mistura ficção, memória, registo sociológico, ensaio e literatura de viagens»...; «confere»; é tudo isso e não só... [...]
RECORTE (com excertos em Discurso Indirecto Livre):
O presidente da Câmara reconhece-me e chama-me. É um homem novo, alto, grande e gordo [...] É o professor Magalone Luigi: mas não é professor. Ensina na escola primária de Gagliano; mas a sua principal função é vigiar os confinados da vila. Nesta tarefa ele põe [...] toda a sua energia e o seu zelo. Então não foi ele considerado por sua Excelência, o governador civil, como encontrou logo forma de me dizer com uma vozinha aguda de castrato que sai suave e satisfeita daquele seu corpanzil, o mais jovem e mais fascista entre todos os presidentes de Câmara da provincia de Matera? Não posso fazer menos do que congratular o professor. E este dá-me informações sobre a vila e sobre o modo como me devo comportar. Ali há alguns confinados, uma dezena ao todo. Não devo vê-los, porque é proibido. De resto, são gentalha, operários e assim. Eu, pelo contrário, sou um senhor, vê-se logo. [...] Mas como é que eu me fizera mandar para o confinamento? E logo naquele ano, em que a Pátria se engrandece. [...]
Carlo Levi, Cristo parou em Eboli, Livros do Brasil; pp. 24-25
- leitura desta «narrativa gemelar», de 2012, terminada às 17 horas - com muitos «saltos» na «2.ª metade», aquela em que a narração de 1.ª pessoa passa de Joana para a Voz do irmão gémeo, Antonio - [...]
RECORTE(S): 35
Tatiana Salem Levy, dois rios, Tinta-da-china, 2012, pp. 56-57
Um nome
- [pelas 10 e 30, na «Flor do I.» (M. S.) foi terminada a leitura desta «curta saga», agilmente narrada...]
Recorte do Excerto final:
- rapidamente terminada, a 2.ª leitura de G. Madalosso; a narradora-protagonista, garçonete em S. Paulo, e ladra «parcimoniosa», concretiza uma (maior) encomenda: o roubo da 1.ª edição de «Guarany». de José de Alencar [...]
RECORTE:
[...] meus olhos recaem sobre a mesinha, sobre a agenda coberta de post-its. Pego-a nas mãos. A capa é de um plástico duro e transparente, transparente como vidro, algo incomum de ver por aí. Descolo os post-its. Leio: O Guarany. Meus dedos tremem, tremem com nunca tremeram. Respiro fundo, tento me acalmar. Então é isso, a capa de plástico esta aí para proteger o livro, o papel deteriorado, a lombada a ponto de descosturar. Mantenho uma mão embaixo da capa, seguro-a como se segurasse uma bandeja cheia de taças de cristal. Com a outra mão, começo a folhear a edição, meus dedos como pinças movendo cada uma das páginas. Até que encontro: 1.ª edição. 1857. Puta merda, tenho vontade de gritar. [...]
Giovana Madalosso, tudo pode ser roubado, Tinta-da-China, 2022, pp. 184-185
- [pelas 8 e 30, A. R., de OURIV. veio falar sobre Mafra (O Convento, claro), para algo denominado «Poder e Contrapoder» - R. raramente se «sincroniza» com tais [...], «vamos a ver»]
- [a leitura de --- ora interrompida - reconduziu D. à obra «Mínima» de A. Faria, no caso, a «O conquistador», de que se alcançou, pelas 11, o final do I Bloco]
Almeida Faria, O conquistador (1990), pp. 40, 41, 2017
- [manhãs de Leitura, neste «inopinado temporário» estagiar no Palácio...; -alcançada a página 23, RECORTE:
"[...] Enquanto rasgo a embalagem do garfinho descartável, conto para Cora que vamos até uma cidade chamada Presidente Prudente, longe pra burro, pra lá do interior. Depois fico quieta, mastigando, pensando que vamos chegar às seis e meia da tarde e que mais ou menos por essa hora vão começar a dar falta da gente, mas tudo bem porque já vamos estar num táxi, indo pra Ponta Porã, de onde vamos cruzar a fronteira a pé até Pedro Juan Caballero, no Paraguai, onde acho que dá pra fazer um documento novo para Cora. [...] Digo para Cora que vamos fazer uma maluquice, uma brincadeira muito legal, mudar o nome dela. Pergunto como quer se chamar daqui pra frente. Moana diz. Falo que esse não vale, é muito de princesa, muito de cinema, que tal algum mais normal, tipo Manuela, Carolina, ou Brígida, como a vó da Maju?. Ela não diz nada, está concentrada tentando espetar o macarrão, mas penso que depois preciso retomar a pergunta, escolher logo um nome e ir tirando Cora da nossa cabeça. [...]
Giovana Madalosso, Suíte Tóquio, 2021, pp. 22-23
- G. M. no «Encontro de Leituras» de Jan. de 22: - «resumo-vídeo» AQUI; «podcast», AQUI
- de «As convidadas», de Silvina Ocampo, recortes de «A Escadaria»:
Tal como no ano anterior, agora, no «734», texto de Miguéis; servem os comentários de Setembro de 2021 [...]
José Rodrigues Miguéis, «O Acidente», Onde a Noite se Acaba (1946), 7.ª ed., Lisboa, Estampa, 2000, pp. 192-194
[«em que ano foi sua professora» [???]; «na Faculdade» [???]; pensámos que teria sido antes....]
-... propõs as «6 Tisanas» dos anos COVID.s,, referiu um pouco da Vida-Obra, localizou o que, da Obra Plástica, «repousa» na GULB [...]; mas, como sempre, a «indiferença» só foi quebrada aqui e ali [...]
- levou as fotocópias das Variações de «Leonorama», mas o Arquivo «Pro-EX» rapidamente as «agilizou», a partir de uma edição «conjunta»: Anagramático, de Ana Hatherly, com quatro livros: A maldade semântica; A detergência morosa; Leonorana; Metaleitura, 1965-70. [Imagens][...]
seios
pulmões
[sobre a fotografia de uma criança encontrada morta numa praia da Turquia]
- Crónica de ontem de M . E. C. - que «vem mesmo a Talhe de Foice» para a Pausa da P. [...]
RECORTE (S):
[...]
[...] Ricardo Reis está sentado na mesmo banco, é raro acontecer, mas desta vez todos os outros estão ocupados, percebeu que o extenso diálogo dos velhos era para seu benefício, e pergunta, E essa alcunha de Seiscentos Maluco, donde é que lhe veio, ao que o velho analfabeto responde, O número dele na Carris era o seiscentos, puseram-lhe o nome de maluco por causa da tal mania, ficou Seiscentos Maluco, e foi bem posto, Não há dúvida. Os velhos tornaram à leitura, Ricardo Reis deixou vogar o pensamento à deriva, que alcunha me ficaria bem a mim, talvez o Médico Poeta, o Ida e Volta, o Espiritista, o Zé das Odes, o Jogador de Xadrez, o Casanova das Criadas, o Serenata ao Luar, de repente o velho que estava a ler disse, O Desprotegido da Sorte, era a alcunha de um larápio de pouca importância, carteirista apanhado em flagrante, por que não Ricardo Reis, o Desprotegido da Sorte, um delinquente também se pode chamar Ricardo Reis, os nomes não escolhem destinos. [...] [sublinhados acrescentados]
José Saramago, O ano da morte de Ricardo Reis, pp. 412-413
- cinco Micro - Contos, dessa obra, em Agosto de 21, num endereço «SAPO»
- lida, logo de manhã, no «Público»:
- a fotografia é de Silvy Crespo - «The land of elephants» - DAQUI;
- a «via» para lhe aceder foi o Dossiê de hoje, do P3 («Lítio e Barroso...»)
O QUE DUARTE NUNES DE LEÃO
DISSE DE DOM PEDRO
- a obra «completou» 50 anos; só M. T. H. «lhe sobrevive», ainda;
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| Museu do Aljube |
- dossiê do «P2/ P3», com (e sobre) quem hoje, jovem, a volta a ler [...]
- na edição das P. E. A., relembra que terá sido oferecido por [...] [se estiver com J., em Santo António, será possível confirmá-lo; certo é que o releu muitas vezes, e não só por a «Biblioteca» ainda ser curta...; pela «funda impressão» causada pelo Livro num Menino de cerca de 14, atento e observador; relembra isso e outros pormenores, vendo o DOC. que está na «RTP Play»
- na CASA F. P.: em reencontrada Lição, de 04 de Dezembro de 2020...;
- INFO recolhida da p. 35 do «Público» de hoje: «Podcast» especial sobre a «Vida e a Obra» de R. F., na Revista «Quatro Cinco Um»
... no 24 de Abril... para «variar»...:
- não se lembra do Nome do Qd.o - alto e «forte» - , finalista, «lá pelos inícios do Milénio» [...]; na primeira «sessão», colocou a «Sala das Perguntas», de Fernando Campos, sobre a «Tábua»;
- «convidado» para falar da mesma, 15 dias depois, «não se fez rogado», livremente se exprimindo, isto é, sem ler...; «e o resto (a conversa do final) não se diz...»
- Dossiê de hoje, o mesmo dia, 450 anos depois: PÚBLICO e o Teatro Nacional D. Maria II evocam esse acontecimento com um texto do historiador Rui Tavares e leituras de passos do processo gravadas pelos actores António Fonseca, Beatriz Maia e Pedro Gil no D. Maria II, erguido no local dos calabouços da Inquisição [...]
- «Atrás dos tempos vêm tempos / E outros Tempos hão-de vir» - crónica de António Araújo, hoje, no «DN»: o «ano sem verão», um concurso literário, Frankenstein...;
Recortes: [...] Há duzentos anos, o mundo sofreu o Ano sem Verão, nome por que ficou conhecido 1816, no qual, fruto da erupção do monte Tambora, na Indonésia, ocorrida em Abril de 1815, a Terra sofreu uma onda de frio prolongado que espalhou o caos, devastou colheitas e provocou as maiores fomes de que há memória em todo o século XIX. Tempestades gigantescas, chuvadas incessantes, inundações dos grandes rios, pandemias de tifo e de cólera, muitos milhares de mortos, talvez mesmo milhões, ao certo não se sabe quantos. O sol escondeu-se um ano inteiro, os céus cobriram-se de uma neblina escura permanente e o mundo mergulhou nas trevas, [...]
[...] O Ano sem Verão produziu um dos mais bizarros e profícuos encontros literários de que há memória, quando, no mês de Julho desse aziago 1816, um conjunto de génios decidiu fazer férias em Cologny, nas margens do lago Genebra. Numa das casas, a Villa Diodati, vivia exilado Lord Byron e o seu médico pessoal, John William Polidori. Perto dela [...]
... a incapacidade de «ler a Ironia» OU a (capacidade) de «enviesar» Teorias «bacocas»...; de pôr os pontos nos is» se encarrega claramente A. Carlos Cortez.... AQUI
RECORTE final
[...] Vítimas da raça, da hereditariedade, quer Carlos, quer Ega, quer qualquer outra persona deste romance, são caricaturas, cara Vanusa [Vera-Cruz]. São prosopopeias — figuras da escrita. Oitocentista, filho dum século positivista, leitor de Balzac e de Zola, Eça é racista? Acusá-lo de tal é cair numa superstição literária — dessas que hoje fazem encher o olho e dão parangonas. Camões, por este andar, ainda há-de ser proibido nos programas por se considerar que cada poema lírico seu é um piropo machista e ofende a dignidade da mulher. Vai Victis!!
[sublinhados acrescentados]
- a 14 de Março, noutra(s) perspectiva(s): artigo de Vítor Belanciano [que agradece o facto de ter tido duas boas professoras, a Português e a Filosofia...]
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| Nuno Saraiva, copiada do «Ípsilon», de 3 de Abril |
- a 3 de Abril, no «Ípsilon», artigo de Luís Miguel Queirós, que «inventaria», de algum modo, o estado da «polémica» e refere várias perspectivas, também [...]
- a 18 de Julho, artigo sobre o mesmo, desta vez, da Escócia, aplicado a «Mataram a Cotovia», de Harper Lee - RECORTES:
[...] As notícias que vêm sobretudo dos Estados Unidos, e a discussão recente acerca de Eça de Queirós, levam-nos a pensar, [...] Tirar obras dessas é querer regressar ao grau zero da leitura. À incapacidade de ler a ironia, a metáfora”, diz a professora da Escola Secundária Henriques Nogueira, em Torres Vedras, que se interroga como se pode ensinar literatura sem problematizar. “Não se pode. Toda a literatura com algum interesse vai ao ar. [...]
RECORTE da Situação Inicial:
- de excerto proposto hoje («Teoria da Escrita da Carta»):
[...] Claro está que Ricardo Reis não admitiu, sequer, a hipótese de tratar Marcenda por (“)excelentíssima senhora dona(“), ou (“)prezada senhora(“), a tanto não lhe chegaram os escrúpulos de etiqueta, mas, tendo eliminado esta fácil impessoalidade, achou-se sem léxico que não fosse perigosamente familiar, íntimo, por exemplo, (“)minha querida Marcenda(“), porquê sua, querida porquê, é certo que também podia escrever (“)menina Marcenda(“) ou (“)cara Marcenda(“), e tentou-o, mas menina pareceu-lhe ridículo, cara ainda mais, depois de algumas folhas rasgadas achou-se com o simples nome, por ele nos devíamos tratar todos, (“)nomeai-vos uns aos outros(“), para isso mesmo o nome nos foi dado e o conservamos. Então escreveu, (“)Marcenda, conforme me pediu e eu lhe prometi, venho dar notícias (“), tendo escrito estas poucas palavras parou a pensar, depois continuou, deu as notícias, já foi dito como, compondo e adequando, unindo as partes, preenchendo os vazios, se não disse a verdade, muito menos toda, disse uma verdade, acima de tudo o que importa é que ela faça felizes quem escreve e quem irá ler, que ambos se reconheçam e confirmem na imagem dada e recebida, ideal seja ela, imagem que aliás será única, pois na polícia não ficou auto de declarações que faça fé em juízo, foi apenas uma conversa, [...]
[sublinhados acrescentados]
José Saramago, O ano da morte de Ricardo Reis, pp. 227, 228 da edição de 2016,17
[«esquecido» como sempre, E. «entrou» atrasado na «Sessão de Pares» e, no «paralelo», M. J. C. disse que tinha apreciado o poema de P. T. que E. deixara «pela Mesa» do Qd.o «DDT»; enquanto aquela «decorria», passou-lhe outro, o que segue, pelo «2.º paralelo»...]
O ROSTO COM QUE FITA
Recortes da Crónica de hoje - «A saudade espalhada», de M. E. C.:
- do último, de Julho, livro de Júdice; enviado como 11.ª «proposta» da »secção» «Acesso Bloqueado»...; há que aguardar..
O TEU JARDIM